
AGROTÓXICO - Estado de Guerra Civil
"Considerado melhor disco de 2002 na opinião desta humilde colunista, "Estado de Guerra Civil" é o segundo registro em CD dos paulistanos do Agrotóxico (...). O CD nos traz um pouco mais de 30 minutos de pura pancadaria dividida em 14 músicas, entre elas uma versão de 'Kuitenkin kuolemme' do Appendix, e o cover de 'Psykiskt instabil' do Asta Kask.
As letras abordam temas políticos sociais conseguindo o mérito de não parecer antiquado e cansativo, como a maioria das bandas punks gostam de fazer e ser. Mas se você escutar as músicas sem acompanhar as letras no encarte também não vai importar muito, o negócio é hardcore mesmo: rápido e gritado como tem que ser.
A qualidade da gravação é impressionante, o mais leigo dos ouvintes vai conseguir distinguir baixo de guitarra, prato de chimbau, e ainda perceber que o vocal é roucão daquele jeito mesmo. A faixa-título é disparada a melhor do disco, com um riff de guitarra que parece ter sido tocada por 3 pessoas ao mesmo tempo. Músicas como 'Lobotomia Geral', 'À Beira do Caos' e 'Vida Perdida' provam que ainda é possível se fazer verdadeiros hinos hardcore.
Não há muito o que explicar sobre o som do Agrotóxico — como se hardcore direto, rápido e agressivo precisasse de explicação. O CD vem em formato digipack e a arte da capa e do encarte foi feita por Sergio Ricardo e Dick Siebert, baixista da banda Korzus".
Crítica de Valeria Mendes, publicada no portal PUNKNet.
"Considerado melhor disco de 2002 na opinião desta humilde colunista, "Estado de Guerra Civil" é o segundo registro em CD dos paulistanos do Agrotóxico (...). O CD nos traz um pouco mais de 30 minutos de pura pancadaria dividida em 14 músicas, entre elas uma versão de 'Kuitenkin kuolemme' do Appendix, e o cover de 'Psykiskt instabil' do Asta Kask.
As letras abordam temas políticos sociais conseguindo o mérito de não parecer antiquado e cansativo, como a maioria das bandas punks gostam de fazer e ser. Mas se você escutar as músicas sem acompanhar as letras no encarte também não vai importar muito, o negócio é hardcore mesmo: rápido e gritado como tem que ser.
A qualidade da gravação é impressionante, o mais leigo dos ouvintes vai conseguir distinguir baixo de guitarra, prato de chimbau, e ainda perceber que o vocal é roucão daquele jeito mesmo. A faixa-título é disparada a melhor do disco, com um riff de guitarra que parece ter sido tocada por 3 pessoas ao mesmo tempo. Músicas como 'Lobotomia Geral', 'À Beira do Caos' e 'Vida Perdida' provam que ainda é possível se fazer verdadeiros hinos hardcore.
Não há muito o que explicar sobre o som do Agrotóxico — como se hardcore direto, rápido e agressivo precisasse de explicação. O CD vem em formato digipack e a arte da capa e do encarte foi feita por Sergio Ricardo e Dick Siebert, baixista da banda Korzus".
Crítica de Valeria Mendes, publicada no portal PUNKNet.





